Junto ao Instituto-e, Osklen lança o Ecoblend e a Viscose-e no Alto Verão 20

A Osklen – em parceria com o Instituto-E – desenvolve projetos e iniciativas baseadas no conceito ASAP – As Sustainable As Possible, As Soon As Possible, fazendo da moda uma plataforma de comunicação para a difusão conceitos e atitudes em busca de um dia a dia cada vez mais sustentável.

Com base nesse movimento e se destacando como um dos principais laboratórios de desenvolvimento de matérias-primas sustentáveis no cenário da moda global, a Osklen lança seus mais recentes e-fabrics* reforçando o seu compromisso com a redução do impacto ambiental em sua cadeia de produção e geração de valor para a comunidade: a viscose-e e o ecoblend.

Desenvolvido exclusivamente pela Osklen, o ecoblend é feito a partir de uma combinação de fibras provenientes de processos e matérias-primas sustentáveis, como Algodão reciclado, PET, Cânhamo, algodão certificado e linho*. Com visual rústico, ótimo toque e caimento, essa malha é ainda usada em sua cor natural, o que reduz o gasto de água, corantes e outros produtos químicos.

A viscose-e, por seguir critérios de manejo sustentável, reduz em 50% o uso de água e a emissão de CO2 quando comparada com viscose tradicional. Além de possuir todas as etapas de sua cadeia de produção rastreadas, desde a extração da matéria-prima até os pontos de venda, é confeccionada a partir de madeiras oriundas de manejo sustentável e certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC), Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC) e EU Ecolabel.

 

Sobre os e-fabrics*

Lançado em 2007, o projeto de e-fabrics da Osklen e Instituto- e tem como objetivo identificar matérias-primas sustentáveis que possam ser utilizadas pela indústria têxtil e pela cadeia produtiva da moda estimulando, assim, uma cultura de consumo consciente. O projeto visa a promoção do estudo dos impactos socioambientais no processo produtivo, a preservação da diversidade e das relações sociais com comunidades, criando produtos com design.

Algodão Reciclado: proveniente da sobra de resíduos têxteis, são retalhos de malhas e tecidos, que seriam descartados pela indústria. Esse processo evita o descarte indiscriminado, colabora para a limpeza do planeta e gera empregos.

PET: produzido a partir do processo de reciclagem de embalagens PET, gera uma economia de energia de 76% e a redução de emissões de CO2 é de 71% em comparação com o processo convencional. O Brasil descarta hoje 6 bilhões de garrafas PET por ano, material que leva 300 anos para se decompor. Sua reciclagem é um importante fator na diminuição do aquecimento global, colabora com a limpeza do planeta, gera empregos, resgata a dignidade e oferece melhoria na qualidade de vida das pessoas.

Cânhamo: um dos primeiros “e-fabrics” utilizados pela Osklen, no início dos anos 2000. É uma fibra longa e durável, fazendo com que as características da peça se mantenham por mais tempo, além disso suas propriedades térmicas garantem uma peça fresca, ideal para o nosso clima. Por ser uma planta resistente, em sua lavoura, usa-se menos água que para o plantio das demais fibras naturais, e não são utilizados agrotóxicos.

Linho: é uma fibra nobre, termoreguladora, reconhecida pela sua qualidade e durabilidade. Além de não precisar de irrigação, a cultura do linho não usa agrotóxicos e o processo de produção da fibra é mecânico, sem a necessidade de produtos químicos.

 

Sobre o EU Ecolabel:

A certificação EU Ecolabel – originária da Comissão Europeia de Meio Ambiente (Environment Directorate General of the European Commission) – é fornecida apenas à produtos que atendem critérios ambientais rigorosos definidos por um painel de especialistas de diversas áreas, incluindo grupos de consumidores e indústrias, que buscam uma redução significativa dos impactos ambientais gerados pelas indústrias levando em consideração todo o ciclo de vida dos produtos – desde a extração das matéria.

 

Sobre o FSC:

Fundado em 1993 como resposta às preocupações sobre o desmatamento global, o FSC é um fórum pioneiro, que reúne vozes do hemisfério norte e sul, para definir o que é um manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável, e identificar ferramentas e recursos que promovam uma mudança positiva e duradoura nas florestas e nos povos que nela habitam.

 

Através de seu sistema de certificação, o selo FSC reconhece a produção responsável de produtos florestais, permitindo que os consumidores e as empresas tomem decisões conscientes de compra, beneficiando as pessoas e o ambiente, bem como agregando valor aos negócios. O FSC tem sede em Bonn, na Alemanha, e é representado nacionalmente em mais de 70 países ao redor do mundo.

 

Sobre o PEFC:

É uma organização guarda-chuva, com base em Genebra Suíça, que apoia sistemas nacionais de certificação florestal desenvolvidos por meio de processos unindo várias partes interessadas e adaptados às prioridades e condições locais para promover o manejo sustentável das florestas.

via Assessoria de Imprensa