por Renata Namo

Nativos da internet, mídias sociais e ferramentas criativas digitais –  tais como Instagram, Snapshot, Lentes de Realidade Aumentada e diversos outros recursos para criar e se expressar – a geração Z representa uma nova era de consumidores e ativistas.

Com idades que vão dos 13 aos 20 anos, esse grupo de crianças e adolescentes está obrigando legisladores e empresas a tomarem atitudes concretas para salvar o planeta, afinal, o consumidor da Geração Z pode ser visto como um ativista nato, que tem uma causa – legítima – na mão e uma série de recursos criativos digitais na outra.

Veja o exemplo das inglesas Amy e Ella Meek que com apenas 13 e 11 anos, fundaram a KIDS AGAINST PLASTIC. Além de grande repercussão na mídia internacional e a participação em um TED TALK,a dupla deixou claro o poder de voz que as crianças têm hoje em dia para lutar pela salvação do planeta que elas vão herdar.

É bom ficar de antena ligada pois esses jovens consumidores e influencers estão bem representados, não apenas pelos seus pares, de mesma idade, como também pelo poder de opinião que eles têm sobre a decisão de compra do seus pais, tios e avós.

Ou seja, é a nova mentalidade do consumidor que ganha as ruas e fibras óticas do mundo todo (em segundos, diga-se de passagem), obrigando poderes públicos e privados a se comportarem de modo diferente em relação aos recursos naturais. Além, é claro, de muitos outros aspectos como liberdade de gênero, padrões estéticos, culturais, sociais… Enfim, todo um – admirável – mundo novo.

Mente aberta, transparência e sustentabilidade são atributos altamente valorizados – se não exigidos – pela geração pós milleniuns, e as marcas que souberem falar essa língua com honestidade e criatividade têm tudo o que precisam para embarcar junto com ela na nave do futuro.