Toda semana, aqui no Portal ECOERA colocamos luz em PESSOAS que colaboram para um PLANETA melhor.

Esse é o caso da jovem Juliana Davoglio Estradioto, estudante de administração do IFRS (Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul). Juliana, de 18 anos, desenvolveu uma tecnologia que transforma casca de maracujá em um filme plástico. Após observar o descarte da fruta em terrenos próximos a sua residência, Juliana iniciou sua pesquisa e transformou os resíduos da fruta em plástico biodegradável.

A estudante Juliana Davoglio Estradioto.

Este projeto minimiza a quantidade de resíduos de maracujá nas empresas da região além de reutilizar o dejeto e impactar positivamente o meio ambiente. O material leva em média 20 dias para se decompor organicamente, e pode substituir sacolinhas plásticas que são usadas para as mudas das plantas. Fechando um ciclo que se inicia na fruta e volta para a terra transformado e reaproveitado.

@marcelloaquino

Com esta descoberta a jovem estudante recebeu como primeira colocada, o prêmio Jovem Cientista, cujo tema foi “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. Com este mesmo projeto recebeu outras premiações entre elas, o Agência USP de Inovação na 15 Febrace e a medalha de ouro no Genius Olympiad 2018, na Universidade Estadual de Nova York. O reconhecimento por estes prêmios fez com que Juliana fosse convidada a assistir a cerimônia de entrega do Nobel, em Stockholm, na Suécia. A cada edição o evento reúne os jovens cientistas mais promissores do ano.

A pesquisa da jovem estudante de administração, é um grande passo uma grande descoberta para um planeta mais sustentável onde o consumo consciente e o reaproveitamento são essenciais para um futuro próspero.