A mobilidade urbana é um dos principais pilares quando se fala em sustentabilidade em grandes metrópoles como São Paulo. Como reduzir o CO2 e formas alternativas de transporte são essenciais para se diminuir o impacto negativo que deixamos no meio ambiente e o caos de locomoção.

Até o ano passado o único automóvel elétrico vendido no país era o BMW I3. Este ano quatro montadoras começaram a vender automóveis 100% movidos a eletricidade. A Renault, com o Zoe, a Nissan, com o Leaf, a GM, com o Bolt, e a JAC, com o E40. Em 2017 foram emplacados apenas 3.962 carros elétricos ou híbridos, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a expectativa é que o número cresça em até 60% este ano. Uma pesquisa do Centro de Estudos de Energia da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria Accenture estima que as vendas de carros elétricos no país chegue a 150 mil unidades por ano, e a frota chegue a 5 milhões até 2030.

Comparado a outros países o número é pequeno, na China foram vendidos 500 mil veículos em 2018, a França  pretende que os carros elétricos sejam 20% do mercado até 2010 e a Alemanha e Noruega, pretendem acabar com os veículos movidos a combustão até 2030.

Repensar o meio de locomoção diário é uma das maneiras de impactar positivamente o meio ambiente. Carros híbridos e elétricos são uma boa escolha para quem necessita percorrer longas distâncias. Andar de bicicleta ou a pé são ótimas maneiras de não poluir o planeta e admirar a paisagem do caminho a percorrer. Escolha a alternativa que melhor  se encaixe na sua necessidade e viva melhor nesta ECOera.

 

Fonte: Exame