O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou na quarta-feira (11) que todos enfrentamos uma ameaça comum, o novo coronavírus COVID 19, e que a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é um chamado à ação — de todos, em todos os lugares. “Também é um chamado à responsabilidade e à solidariedade — enquanto nações e populações unidas”, disse. “Enquanto combatemos o vírus, não podemos deixar o medo viralizar.”

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou na quarta-feira (11) que todos enfrentamos uma ameaça comum, o novo coronavírus COVID 19, e que a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é um chamado à ação — de todos, em todos os lugares.

“Também é um chamado à responsabilidade e à solidariedade — enquanto nações e populações unidas”, disse. “Enquanto combatemos o vírus, não podemos deixar o medo viralizar.”

“Juntos, ainda podemos mudar o curso desta pandemia — mas isso significa enfrentar a inação.”

“A melhor ciência nos diz, se os países detectarem, testarem, tratarem, isolarem, rastrearem e mobilizarem suas populações na resposta, podemos percorrer um longo caminho para mitigar a transmissão.”

O secretário-geral da ONU chamou todos os governos a ampliarem seus esforços neste momento. “Na medida em que esta é uma crise que afeta a todos, precisamos todos fazer nossa parte.”

“Ao lamentarmos todos aqueles que perderam a vida e as muitas famílias que sofrem, devemos mostrar solidariedade aos mais vulneráveis — idosos, doentes, pessoas sem cuidados de saúde confiáveis e pessoas à beira da pobreza.”

“Vamos seguir em frente com determinação e sem estigma”, declarou. “Você pode contar com a ONU para fazer a nossa parte. Vamos superar essa ameaça comum juntos”, concluiu.

Declaração de pandemia

Os países devem dobrar seus esforços para impedir a disseminação do novo coronavírus COVID-19, informou a agência de saúde da ONU na quarta-feira (11), depois de anunciar que a emergência global agora pode ser descrita como uma pandemia.

Falando em Genebra, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, insistiu que o fato de o termo estar sendo usado não significava que o vírus estivesse em vantagem.

“Isso não muda o que a OMS está fazendo, nem o que os países devem fazer”, disse ele, pedindo aos governos que adotem medidas de contenção e isolamento para impedir a propagação do vírus.

Os dados mais recentes indicam mais de 118 mil casos de infecção em 114 países e 4.291 mortes — um aumento de 13 vezes fora da China nas últimas duas semanas e um aumento de três vezes no número de países afetados.

Com milhares de pessoas “lutando por suas vidas” nos hospitais, Tedros observou que o número provavelmente subirá nos próximos dias e semanas.

Apesar dessa previsão sombria, o diretor-geral da OMS apontou que a grande maioria dos países ainda estava relativamente intocada pelo COVID-19, que surgiu pela primeira vez na China central em dezembro passado.

Cerca de 90% dos casos ocorreram em apenas quatro países, e a China e a Coreia do Sul viram um número de casos “em declínio significativo”, acrescentou.

Leia também:

Coronavírus: direitos humanos precisam estar no centro da resposta, diz Bachelet

É #FAKE notícia que está circulando no WhatsApp com orientações do UNICEF sobre coronavírus

Coronavírus (Covid-19): O que os pais precisam saber

fonte: Onu Brasil

UNIC Rio

Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil

Roberta Caldo

(21) 2253-2211

contato@onu.org.br | caldo@un.org

www.unicrio.org.br

 

OPAS/OMS

Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde

Larissa Domingues e Luís Felipe Sardenberg

(61) 3251-9535 | (61)3251-9581

comunicacao@paho.org

www.paho.org/bra