Logo mais às 15h, a seleção brasileira entra em campo para enfrentar a Sérvia no estádio do time Spartak, em Moscou, na Copa do Mundo da Rússia.

Essa é uma das principais arenas do país e antes do início do mundial, o estádio recebeu o certificado BREEAM de sustentabilidade. A sigla significa “Método de Avaliação Ambiental do Building Research Establishment”, instituição inglesa responsável pela criação do selo, em 1992.

Esse é um dos exemplos dos esforços da FIFA para fazer da competição deste ano a mais “verde” de sua história. Entre os aspectos sustentáveis do estádio do Spartak está a alta eficiência em relação ao sistema de iluminação: são usadas lâmpadas de LED que consomem menos energia e um sistema inteligente de distribuição de energia são algumas das ferramentas usadas nele.

Outros estádios que sediam jogos da Copa também receberam a certificação, como o Luzhniki e o Kazan. A arena Luzhniki, por exemplo, conta com um sistema de economia de água para poupar grandes quantidades durante sua operação. Espaços verdes da região foram conservados durante o seu processo de reconstrução, mantendo 1.050 árvores de pé.

Entre os objetivos ambientais da FIFA nesta Copa do Mundo, estavam também minimizar a produção de resíduos. De acordo com as diretrizes de resíduos, materiais reciclados tiveram prioridade de uso, quando havia a opção.

Atitudes simples pensadas pelo viés da sustentabilidade fazem diferença e funcionam. Na Copa das Confederações do ano passado, que serve como uma espécia de teste para a Copa, foram recicladas 87,9 toneladas de materiais como vidro, PET, alumínio, papel e papelão.